Em Março, matricularam-se em Portugal apenas 142 pesados de mercadorias, de acordo com os dados da ACAP. Há um ano haviam sido 290.

A Iveco foi a única marca a aumentar as vendas, tendo passado de nove matrículas, há um ano, para as 16, agora. E com isso é também a única com um saldo positivo no trimestre, com um total de 63 matrículas (contra 44 no período homólogo anterior).

Em Março, a Renault foi quem mais matriculou (33 veículos), mas anda ainda sofreu uma perda homóloga de quase 60%. A Volvo foi segunda no ranking mensal, com 27 unidades matriculadas (menos 29%). Depois da Iveco situou-se a Mercedes, com 13 registos (menos 67%).

Com dez matrículas cada, surgem a Scania e a DAF, com perdas de 23% e 79%, respectivamente. Note-se que nos últimos meses, por mais de uma vez, a marca holandesa ficou a zeros. Um facto estranho que não foi possível esclarecer junto dos responsáveis da representante em Portugal.

No primeiro trimestre matricularam-se em Portugal 464 camiões, contra 911 há um ano.

A Renault Trucks reforçou a liderança, somando agora 93 registos (ainda assim menos 47% que em 2011). A Volvo é segunda, com 70 matrículas (menos 45%). E a MAN continua terceira, com 66 (menos 28%). A Iveco é quarta.

Quedas ainda maiores registam a Scania, a perder 64% para as 45 unidades matriculadas; a DAF, a ceder 66% para os 43 veículos; e a Mercedes, que há um ano era segunda no ranking e agora é sétima, com 41 registos apenas (menos 71%).

Nos autocarros, em Março matricularam-se 30 (56 há um ano). A Mercedes garantiu metade, mas ainda assim caiu 38%. Desde o início do ano, foram matriculados 107 pesados de passageiros (135 em 2011). Lidera a Mercedes, com 38 (menos 37%), seguida da MAN, com 26 (menos 16%), e da Volvo, com 15 (mais 67%.

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