A K Line irá utilizar todos os métodos disponíveis para cumprir as normas da IMO relativas ao teor de enxofre a partir de 2020. Mas os clientes deverão ajudar a pagar os custos, avisa.

K Line avisa para os custos da redução do teor de enxofre

O presidente e CEO da K Line, Eizo Murakami, explica, no relatório anual da companhia japonesa, que não haverá um método único (para cumprir a redução imposta pela IMO), mas que a decisão será tomada consoante o navio em causa. “Usaremos combustível com baixo teor de enxofre, instalaremos equipamentos de remoção de SOx (scrubbers), passaremos a usar GNL, procederemos numa base navio a navio”, indica no documento.

O executivo explica que, além das conversões para GNL como combustível, serão estudados outros combustíveis alternativos.

Murakami refere ainda que as medidas ambientais – a de enxofre já a partir de 2020, mas também a redução dos gases de efeitos de estufa em pelo menos 50% até 2050, como pretende a IMO – acarretarão grandes custos.

O CEO da K Line sugere, por isso, que os clientes devem arcar com parte desses custos, afirmando que deverá haver uma “distribuição do fardo de forma justa entre os beneficiários”.

 

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