Com a saída anunciada da Tui, o futuro da Hapag-Lloyd poderá mesmo passar pelos actuais accionistas, em particular por Klaus-Michael Kuehne e pela cidade de Hamburgo.

De acordo com o germânico “Frankfurter Allgemeine Zeitung”, aqueles dois accionistas de referência do consórcio Albert Ballin, que já detém a maioria do capital da Hapag-Lloyd, estarão interessados em reforçar as suas posições respectivas comprando pelo menos parte da posição detida pelo operador turístico.

A Tui está vendedora da sua posição de 38,4% no capital social da Hapag-Lloyd. Mas até ao momento não encontrou um comprador externo, e o mercado bolsista não está favorável à realização de uma IPO. A terceira opção, prevista contratualmente, é a venda ao consórcio Albert Ballin. Uma imposição que poderá ser exercida até 2 de Janeiro próximo.

O “Frankfurter Allgemeine Zeitung” avança que o líder da Kuehne + Nagel e a cidade de Hamburgo estarão disponíveis para comprar pelo menos 20% da Hapag-Lloyd detido pela Tui.

Nos primeiros nove meses do ano, a Hapag-Loyd atingiu resultados operacionais positivos de 78,8 milhões de euros.

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