A Kuhene + Nagel era o maior transitário mundial, em volume de receitas, no conjunto das operações de carga marítima e aérea, no final de 2010, concluiu a “Transport Intelligence”.

De acordo com o research “Global Freight Forwarding 2011”, o ranking mundial das empresas transitárias continuou dominado pelas companhias europeias, com o primeiro operador norte-americano a surgir apenas na quinta posição.

Por outro lado, a tendência para a consolidação da actividade manteve-se, com os dez maiores players a controlarem uma quota de mercado de 44% (era de 40% em 2006). Todavia, a actividade continua ainda muito fragmentada, com o número um mundial a deter uma posição de apenas 10%, acrescenta a “TI”.

A Kuhene + Nagel era, pois, a número um mundial, em termos de receitas, entre as empresas transitárias no final de 2010. À frente da DHL, e com larga vantagem sobre a DB Schenker e a Panalpina.

A Expeditors surgia no quinto lugar do ranking, a primeira companhia não europeia e, de muito longe, a mais rendível. As suas margens situaram-se na casa dos 9%, ainda de acordo com a análise da “TI”, enquanto a maioria das empresas do sector trabalhou com margens de 2-4%.

2011 deverá ser ainda um bom ano para as empresas transitárias, mesmo se a carga marítima e aérea já não está a crescer tão depressa, prevê o responsável pelo estudo da “TI”.  A ajudar estará a quebra dos fretes aéreos e marítimos, que deverão permitir aos transitários aumentar as suas margens em cerca de 2%, acrescentou John Manners-Bell.

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