Em Novembro, o movimento de contentores em Leixões caiu 17%, com isso alargando o fosso relativamente à performance recorde do ano passado.

TCL

Não terá sido o pior mês do ano para o Terminal de Contentores de Leixões mas andou lá perto, e Novembro foi, seguramente, o pior resultado relativo mensal de 2015, a provar que a recuperação tarda e que é difícil, para não dizer impossível, substituir um mercado de exportação tão importante como Angola.

Em Novembro, Leixões movimentou 49 821 TEU, segundo a concessionária TCL. No acumulado dos 11 meses, o registo é de 566 219 TEU, o que representa uma quebra homóloga de 7%.

A concessionária sublinha, no entretanto, que a quebra global é menor do que o recuo das trocas com Angola (com reflexos na movimentação de contentores de exportação e na reposição de contentores vazios).

Por outro lado, acrescenta, é praticamente certo que Leixões voltará a superar no final dos 600 mil TEU movimentados. O que representa perto de 90% da capacidade do terminal. Aliás, ainda ontem o presidente da APDL, Brogueira Dias, enfatizava que, não fosse a quebra na actividade e o terminal de contentores estaria a viver uma situação de congestionamento permanente.

Em Novembro, os números de Leixões pouco ou nada beneficiaram com a situação de greve no porto de Lisboa. Resta saber o que acontecerá em Dezembro, com o agudizar da situação na capital.

 

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