O terminal petroleiro do porto de Leixões completa hoje 50 anos. A cada ano passam por ele, em média, cerca de 7,5 milhões de toneladas de granéis líquidos.

Foi a 8 de Outubro de 1969 que o “Larouco” realizou a primeira operação no terminal petroleiro de Leixões, construído sobre o quebra-mar submerso com 700 metros de comprimento e uma altura de 15 metros acima do nível do mar, que serve também de protecção à entrada do porto nortenho.

O terminal petroleiro, que entretanto foi expandido com a instalação da monobóia oceânica, capaz de operar os navios demasiado grandes para entrarem em Leixões, garante o abastecimento da refinaria da Petrogal em Matosinhos (e bem assim das instalações da Cepsa, localizadas junto ao porto) e, por via disso, assegura o abastecimento energético do Norte. Mas não só. O terminal serve também para expedir produtos refinados e outros.

O terminal é também fundamental para os números globais de movimentação de cargas em Leixões. Só desde o início do século, por ele passaram 155 milhões de toneladas de graneis líquidos de hidrocarbonetos, com a atracação de 9 247 navios-tanque.

A operação do terminal está concessionada à Galp Energia, que nos últimos anos em investido na requalificação da infra-estrutura, para melhorar a sua operacionalidade e reforçar a segurança.

Para assinalar os 50 anos do terminal, a APDL e a Galp Energia vão promover, ainda neste mês de Outubro, a exposição “Um Mar que nos une: 50 Anos da inauguração do Terminal Petroleiro de Leixões”, que estará, brevemente, patente no Terminal de Cruzeiros para visita do público.

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