Só a carga contentorizada destoa e impede que o porto de Leixões cresça acima dos 3% registados no acumulado dos primeiros sete meses do ano.

Porto de Leixões

Os 10,7 milhões de toneladas movimentados até ao final de Julho são um novo recorde para o período em análise, superando o anterior máximo de 10,5 milhões de toneladas alcançado precisamente em 2014.

O maior crescimento em termos percentuais, e já com expressão em termos absolutos, é o registado pelas cargas ro-ro, que avançam 89%, de 206 mil para 388 mil toneladas. Um valor que garante a Leixões a liderança nacional no segmento.

Em alta está também a movimentação de granéis sólidos, que avança 22%, tendo passado de 1,3 milhões para 1,6 milhões de toneladas. A carga geral fraccionada soma 15%, com 672 mil toneladas (contra 584 mil há um ano). E os granéis líquidos ainda avançam 2%, mantendo-se embora na casa dos 4,6 milhões de toneladas.

Fortemente penalizada pela quebra nas exportações para Angola, a carga contentorizada recua 9%, ou cerca de 400 mil toneladas, para perto dos 3,5 milhões de toneladas.

Em termos gerais, nos primeiros sete meses do ano as cargas embarcadas em Leixões cresceram 1% até aos 4,3 milhões de toneladas, enquanto as descargas subiram 4% para os 6,4 milhões de toneladas.

Entre Janeiro e Julho, Leixões contou 1 578 escalas, mais 6% do que no período homólogo anterior. A dimensão média dos navios cresceu 13%.

 

 

 

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