Apesar  da quebra nos contentores, o porto de Leixões teve em 2015 o seu melhor ano de sempre, com 18,7 milhões de toneladas movimentadas, mais 3,7% que o máximo de 2014.

Cobelfret

Os granéis líquidos, que em anos recentes impediram maiores ganhos ao porto nortenho, foram desta feita determinantes para o recorde absoluto, contribuindo com perto de 8,4 milhões de toneladas (mais 6,7% em termos homólogos).

Determinante foi também o disparo da carga ro-ro, que de 407 mil passou para quase 705 mil toneladas, o que representou um ganho de 73%.

Os granéis sólidos também tiveram o melhor ano de sempre em Leixões, com cerca de 2,6 milhões de toneladas (um ganho homólogo de 10,5%).

E mesmo a carga geral fraccionada deu uma ajuda não despiciente. Em termos relativos foi mesmo a que mais cresceu – 12,1% – e em termos absolutos contribuiu com cerca de 120 mil toneladas ao registar cerca de 1,14 milhões de toneladas.

Só a carga contentorizada destoou. Por causa de Angola mas não só, o movimento de contentores (medido em TEU) recuou 6,4% e a tonelagem movimentada cedeu 8% para muito perto dos seis milhões de toneladas.

O TCL falhou mais um recorde. Ficam para a história os recordes dos granéis líquidos, dos granéis sólidos, da carga ro-ro e de Leixões.

 

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