Apesar da quebra de 5,6% no movimento global de mercadorias, o porto de Leixões atingiu um recorde nas cargas de exportação no primeiro semestre.

Entre Janeiro e Junho, saíram por Leixões 2,7 milhões de toneladas de cargas de exportação, mais 4,2% do que no primeiro semestre de 2019 e um novo máximo absoluto para o período, anunciou a administração portuária.

Produtos refinados, ferro e aço, papel e cartão, e pedra foram os tipos de carga mais exportada, acrescentou.

“Ficámos muito satisfeitos por percebermos que, apesar da conjuntura actual, inevitavelmente marcada pela paralisação gerada pela Covid-19 e pelo consequente abrandamento da indústria e comércio mundial, a economia regional continuou a servir-se da nossa infra-estrutura portuária para manter o dinamismo possível”, comentou a APDL.

Na verdade, apesar do recorde o porto nortenho não passou incólume pela crise da Covid-19, e no primeiro semestre movimentou cerca de nove milhões de toneladas, 5,6% abaixo do máximo verificado há um ano.

A principal quebra verificou-se nos granéis líquidos, com menos 15,8% devido à paragem parcial da refinaria da Galp. A carga ro-ro recuou 7%, os granéis sólidos cederam 1,3% e a carga fraccionada baixou 4,4%.

Em alta manteve-se, ainda, a carga contentorizada, com um avanço de 3,4% até aos 3,5 milhões de toneladas.

 

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