Em Maio, o movimento de contentores em Leixões afundou 20% em termos homólogos. E com isso as perdas acumuladas atingiram os 7,8%. Principal explicação: a ausência de greves em Lisboa.
TCL

Em Maio, o TCL processou 53 995 TEU, o que até foi um dos melhores resultados do ano corrente, mas isso de pouco valeu na comparação com o melhor mês da história de 17 anos da concessão, verificado em Maio de 2016, com 67 156 TEU movimentados.

O recorde de há um ano e o “afundanço” de agora explicam-se em boa medida pelas greves de estivadores no porto de Lisboa, que no ano passado forçaram o desvio de muitas cargas para Leixões, com o auge a ser atingido precisamente em Maio.

No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, Leixões e o TCL somam agora 258 507 TEU. O que representa menos 7,8% que o conseguido no período homólogo de 2016. Mas representa também uma média mensal de mais de 50 mil TEU, ou mais de 600 mil TEU/ano, o que significa que o terminal continua a trabalhar sobre a sua capacidade máxima instalada.

 

 

 

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  1. E continuará afundar-se como tenho escrito aqui inúmeras vezes pq sem calado os barcos fogem !
    Parece o FC PORTO, “pararam no tempo” e a concorrência não perdoa “BYE BYE LEIXÕES” !