Leixões e Aveiro renovaram em Agosto o recorde de cargas movimentadas nos oito primeiros meses do ano. Mas não evitaram as perdas do conjunto dos portos nacionais.

Entre Janeiro e Agosto, os portos do Continente movimentaram 58,7 milhões de toneladas, menos 6,8% que no período homólogo de 2018, divulgou a AMT.

A penalizar a performance global, disse o regulador, estiveram as perdas de 2,9 milhões de toneladas na carga contentorizada em Sines, as quebras de dois milhões de toneladas de petróleo bruto em Sines e Leixões, as 700 mil toneladas de carvão que faltaram em Sines.

Mas nem tudo foi mau. Os produtos petrolíferos e os outros granéis líquidos estiveram em Sines (955 mil e 269 mil toneladas, respectivamente) e as cargas contentorizadas e ro-ro deram uma ajuda em Leixões (mais 367 mil e 143 mil toneladas, respectivamente).

Na análise que faz aos números, a AMT explica as perdas, particularmente severas em Sines e determinantes para o todo nacional, com a greve dos estivadores do Terminal XXI e as paragens da central termoeléctrica e da refinaria.

Leixões e Aveiro em máximos

Mas nem tudo foi mau. Leixões e Aveiro continuaram a somar máximos, agora no acumulado dos oito primeiros meses do ano.

Leixões somou até ao final de Agosto 13,1 milhões de toneladas (mais 0,9%) e Aveiro 3,7 milhões (mais 2,1%). Em alta esteve também Viana do Castelo, com um ganho de 15,3% até às 266 mil toneladas.

Todos os demais portos perderam terreno face a 2018. Sines recuou 12%, para 28,2 milhões de toneladas (menos 3,9 milhões de toneladas); Lisboa 5,2% pata 7,6 milhões de toneladas; Setúbal 1,6% para 4,5 milhões de toneladas e Figueira da Foz 11,4% para 1,3 milhões de toneladas.

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