Castigado pela quebra das exportações para Angola, Leixões voltou a perder contentores em Maio e já acumula perdas de 7,5%.

Leixões - TCL

Em Maio, o movimento de contentores no porto nortenho ficou-se pelos 50 643 TEU, o que representou uma quebra homóloga de 13,1%. É o pior resultado do ano, em termos relativos, a evidenciar que a recuperação “prometida” no final do primeiro trimestre ainda tarda.

Com isto, no balanço dos primeiros cinco meses de 2015 a TCL agravou as perdas para os 7,5%, com 249 650 TEU movimentados.

Angola é o principal destino das exportações de Leixões, no que respeita à carga contentorizada. A drástica redução dos envios para aquele pais tem penalizado fortemente a actividade da concessionária TCL, que tem menos contentores cheios para expedir e menos caixas vazias para reposicionar.

 

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