Treze anos volvidos, a Lisnave voltou a registar prejuízos, de 1,96 milhões de euros, em 2019, com o mercado mais difícil na história da empresa.

As perdas de 1,96 milhões de euros contrastam com os ganhos de 4,6 milhões de 2018. Explicações para o sucedido: a incerteza económica global, o maior número de navios novos no mercado, as dificuldades dos armadores, a concorrência cada vez agressiva, a falta de mão-de-obra especializada, etc..

Resultado: no ano findo a Lisnave recebeu 467 consultas, mas apenas converteu 82 encomendas (foram 85 no exercício anterior). Ao longo de 2019, a empresa reparou e manteve 72 navios (85 em 2018), para 54 clientes de 19 países. Apenas dois navios eram nacionais. O volume de negócios daí resultante foi de 62,2 milhões de euros (uma quebra homóloga de 22,9%).

Ao longo do exercício, a Lisnave tentou diversificar o tipo de navios a intervencionar, e conseguiu-o em parte, mas ainda sem sucesso no segmento dos navios de passageiros.

No total, as receitas de exploração atingiram os 72,5 milhões de euros (menos 12 milhões) e os custos 74,6 milhões (menos 3 milhões).

 

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