A Lufthansa Cargo tornou-se a primeira – e única – companhia aérea a utilizar a Declaração de Carga Perigosa electrónica (e-DGD na sigla em inglês), num envio de Frankfurt para a Cidade do México.

Lufthansa Cargo é pioneira na e-DGD

Para já, tratou-se apenas de um ensaio. Mas se for bem sucedido, a utilização da e-DGD poderá representar um salto de “gigante” na intenção da IATA de abolir os papéis na carga aérea.

Para realizar este primeiro transporte (de uma carga do laboratório Abbot), a Lufthansa Cargo colaborou de perto com a Fraport (handler de Franbkfurt), a Abbobt (carregador), a Panalpina (operador logístico) e a Dakosy (que desenvolveu a plataforma electrónica INFr8 com os standards digitais).

A experiência “sublinha a nossa pretensão de sermos os pioneiros da indústria em digitalização. Ainda há muito mais para conseguir, juntamente com os carregadores, transitários e aeroportos”, referiu, citado em comunicado, Sören Stark, administrador para as operações e COO da Lufthansa Cargo.

Até agora (e ainda agora) os processos relativos ao transporte de cargas perigosas por via aérea assentam em documentos em papel, à falta de standards digitais. Em consequência, as DGD só chegam aos aeroportos com as cargas, o que atrasa os processos de verificação. Com o recurso às e-DGD será possível agilizar todo o processo, ao mesmo tempo que se reduzem os erros.

Recorde-se que o programa e-Freight foi lançado pela IATA em 2004, então com o objectivo de acabar com os papéis na carga aérea até 2010…

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