A Lufthansa Cargo registou no primeiro semestre uma quebra de 5% nas receitas e um aumento de 6% nos custos operacionais.

Entre Janeiro e Junho, a Lufthansa Cargo facturou 1,23 mil milhões de euros, enquanto os custos operacionaus atingiram os 1,28 mil milhões.

Em consequência,o EBIT afundou 93% (88% em termos ajustados), para apenas nove milhões de euros.

A companhia germânica atribui os fracos resultados ao “menor crescimento económico e incertezas do mercado face às guerras comerciais e ao Brexit”.

No âmbito da redução de custos, os cargueiros MD-11 foram menos utilizados e dois deles (mais dois) serão retirados da frota até ao final do ano.

Ao longo do semestre, a oferta de capacidade aumentou 0%, ao passo que a taxa de ocupação caiu 6,1 pp.

Mesmo se as toneladas-km vendidas (RTKs) caíram 1%, em termos globais, face ao primeiro semestre de 2018, a Lufthansa Cargo sustenta ter feito melhor que o mercado, com os números da IATA a assinalarem uma quebra de 3% nos primeiros cinco meses do ano.

Para o resto de 2019, a companhia mostra-se cautelosa, para não dizer moderadamente pessismista. “A fraca procura levou à queda dos yields na primeira metade do ano. Dependendo dos desenvolvimentos macroeconómicos futuros e do evoluir dos conflitos comerciais, existe o risco de que esta tendência se mantenha por mais tempo ou até se agrave mais do que o esperado”.

Quebra de 13% no Ásia-Pacífico

Foi na região da Ásia-Pacífico, a maior do mundo, que a Lufthansa Cargo perdeu mais receitas no primeiro semestre, em termos homólogos: 13% para 465 milhões de euros.

Ao invés, no Médio Oriente-África, o salto foi de +40% para 109 milhões de euros de receitas. Um sucesso que se explica em boa parte pela integração da capacidade de carga da Brussels Airlines.

Nas Américas, a companhia recuou 5% para os 489 milhões de euros; e na Europa cedeu 1% para 95 milhões de euros.

 

 

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  1. luís pereira

    Agradeço outra vez à T&N, na sequência das 2 mensagens anteriores no que ao hub DHL no aeroporto de Lisboa diz respeito, depois da informação do 1º MINISTRO e do PCML repetivamente, A COSTA E F MEDINA, que aqui deixei anteriormente, depois de 9 anos espera pela autorização de obra, vem a CML, na pessoa de JOÃO L. SANTOS GUERREIRO, chefe divisão projectos e edifícios, do departamento projectos estruturantes e da direção municipal urbanismo sob a responsabilidade do Sr Vereador Manuel Salgado, dizer que segundo parecer do Arq. Eduardo Campelo, “julga-se que a proposta da DHL não se encontra em condições de merecer viabilidade”. Depois de 9 anos de espera !? Que país é este de 3º ou 4º mundo impede pela incompetência o investimento dos agentes económicos e o crescimento económicos e as nossas exportações, deviam ser os 2 demitidos e já nas próximas eleições porque nada fazem por Portugal e pelos portugueses !!