A Lufthansa Cargo obteve um lucro operacional de 268 milhões de euros no passado, um aumento de 2% em relação ao ano anterior.

As receitas da divisão logística da Lufthansa aumentaram 7% para 2,7 mil milhões de euros. Nas rotas da APAC (Ásia e Pacífico), aumentaram 12%, atingindo 1,1 mil milhões de euros, superando as receitas geradas entre a Europa e as Américas, que totalizaram mil milhões de euros (+6% face a 2017).

Além desses factores externos positivos, várias decisões estratégicas internas foram responsáveis ​​pela evolução positiva da carga aérea na companhia aérea.

O programa de redução de custos, implementado em 2016 e encerrado em Outubro passado, gerou uma economia anual de 80 milhões de euros. Ao todo, foram cortados 800 empregos, reduzindo o actual quadro de trabalhadores da Lufthansa Cargo para 4 500 pessoas. Apesar do fim do plano, apertados controlos custos continuam em curso.

Outro motivo para os bons resultados da carga aérea foram os acordos de partilha de capacidade assinados com a ANA Cargo, United Cargo e Cathay Cargo em rotas importantes entre a Ásia Oriental e a Europa e, respectivamente, América do Norte e Europa. Por fim, também a digitalização ajudou ao desempenho, de acordo com o grupo alemão.

Este ano, Lufthansa Cargo concentrar-se-á na modernização da frota de aeronaves.

Menos optimismo para 2019

Para o ano corrente o cenário é menos animador.

A situação da economia global no quarto trimestre de 2018 não teve impacto negativo nas actividades de logística da Lufthansa, mas os efeitos de uma desaceleração económica já foram sentidos a partir de Janeiro de 2019.

De resto, no que se refere às perspectivas globais para este ano, a IATA já reviu em baixa o seu outlook. Prevê, agora, um crescimento de carga global de apenas 2%.

 

 

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