A primeira pedra só hoje foi lançada, mas José Luís Simões tem pressa em instalar-se na plataforma logística de Leixões, se possível antecipando o prazo de conclusão das obras.

As previsões da APDL apontam para que a futura plataforma do Grupo Luís Simões esteja pronta no final de 2014, início de 2015, avançou João Pedro Braga da Cruz, director de obras da APDL e um dos “missionários” da plataforma logística, como o próprio se definiu.

José Luís Simões, porém, pretende antecipar em “um semestre” o arranque das operações nas novas instalações, que ocuparão dois lotes no pólo 2 (Guifões/Gatões) da plataforma logística de Leixões.

A nova nave – a ser construída pela APDL – disporá de 34 posições de cais e terá capacidade para 32 mil paletes.

Falando na cerimónia que antecedeu o “lançamento da primeira pedra”, o líder do Grupo Luís Simões vincou que a instalação em Leixões não implicará a desactivação do centro de V.N. Gaia, que será reformulado.

O empresário destacou, de resto, que o envolvimento do grupo com o Norte, o Porto e Matosinhos dirá já há várias décadas, e aproveitou mesmo a presença do presidente da Câmara de Matosinhos para lhe lembrar um projecto de investimento da Reta, que aguardará decisão da edilidade.

Sobre a plataforma logística de Leixões, José Luís Simões salientou que o porto nortenho está a fazer agora o que Barcelona fez há 40-50 anos, com os resultados conhecidos de todos.

O Grupo Luís Simões será o primeiro “inquilino” da plataforma logística de Leixões, mas ao TRANSPORTES & NEGÓCIOS o presidente da APDL avançou existirem já contactos com outros potenciais interessados, e mostrou-se confiante em que o contrato com o líder ibérico de distribuição seja um “excelente cartão de visita motivador de novos negócios”.

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