Não há razões para encomendar novos navios de grandes dimensões, apesar dos preços extremamente baixos da tonelagem de construção nova, diz o CEO da Maersk.

Madrid Maersk

Soren Skou fez este comentário no contexto das notícias vindas a público de que a CMA CGM estará a negociar nove ULCV de 22 000 TEU.

O CEO da Maersk lembrou que, há cinco anos, foram encomendados grandes porta-contentores pelas economias que representavam em termos de custos de combustível. O executivo sublinhou, porém, que essa vantagem foi, no entretanto, minimizada, se não desapareceu inteiramente, tendo em conta os níveis actuais do preço do petróleo.

Além disso, dado o facto de que os mercados de fretamento continuam estagnados, contratar navios no mercado é uma opção melhor do que optar pela compra de novas embarcações, acrescentou.

“Acrescentos à ordem de encomendas serão motivados principalmente pela necessidade de aumentar a capacidade para atender à procura do mercado e nada mais”, referiu Soren Skou.

“Não temos ambições ou planos para encomendar novos navios grandes neste ou no próximo ano”, acrescentou.

 

 

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