A Maersk Line propõe-se reduzir, até 2020, as emissões de CO2 por TEU em 60%, o que representará menos cerca de 200 milhões de toneladas de CO2.

Triple-E

O director global de sustentabilidade da Maersk Line, Signe Bruun Jensen, reconhece que o objectivo é arrojado, mas recorda que a companhia dinamarquesa tem um compromisso contínuo com a sustentabilidade ambiental.

“Estamos na linha da frente em ‘fazer mais com menos’. Estamos constantemente à procura de formas inovadoras e comercialmente viáveis de reduzirmos o nosso impacto ambiental, seja o CO2 e outras emissões, águas de lastro ou os materiais usados na construção dos navios. Por isso definimos um objectivo ambicioso”, declara, citado, pela assessoria de imprensa.

A Maersk Line afirma já ter reduzido as emissões da sua frota em 40% desde 2007 e reclama estar 10% à frente da restante indústria naval. Este ganho tem sido conseguido com a aquisição de novos navios, como os Triple-E.

Além disso, a companhia cabimentou, em Setembro de 2014, mil milhões de dólares (910 mil milhões de euros) para melhorar a eficiência energética dos navios da frota.

A nova meta de redução de emissões foi anunciada na apresentação do Relatório de Sustentabilidade 2014, num evento sobre cadeias de abastecimento sustentáveis que decorreu em Rhode Island.

Segundo a Maersk Line aquela redução de emissões representará cerca de 200 milhões de toneladas de CO2, sensivelmente o mesmo que os automóveis de passageiros emitem em França ao longo de um ano.

 

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