A Maersk/Safmarine está a reorganizar a sua oferta de serviços entre os portos nacionais e a África Ocidental. Ao que o TRANSPORTES & NEGÓCIOS conseguiu apurar, só Leixões escapa às mexidas.

Em Leixões, o grupo dinamarquês, número um mundial no transporte marítimo de contentores, manterá as escalas dos seus serviços WAF 5, WAF 9, OPEX e Angola/Congo.

Em Lisboa, ao invés, estão já a acontecer mexidas. Mantêm-se as escalas do serviço WAF 5 mas prevê-se para a próxima semana o termo das escalas do OPEX Service. Em compensação, desde o início do mês corrente que regressaram as escalas do WAF 9.

Em Setúbal, finalmente, apenas permanecerão as escalas do Angola/Congo Service. Os navios do WAF 9 terminaram ali as suas operações em Maio e os do OPEX farão o mesmo no princípio de Julho.

O serviço WAF 5 serve essencialmente Luanda. O serviço WAF 9 está particularmente vocacionado para Cabo Verde e Guiné-Bissau. O OPEX e o Angola/Congo são serviços multipurpose.

As ligações entre os portos nacionais e África serão o “prato forte” do cocktail que a Maersk promove no Porto na próxima quarta-feira. Um encontro com clientes e parceiros de negócios que trará à Invicta Anders Boenaes, Head of África Products, Kenni Simon, Manager do Corredor EUR/WAF, Jan Thorhauge, director da Maersk Angola e Kent Hagbarth, director da Maersk Iberia.

Presente estará também Alessandro Maldina, o novo director da Maersk Portugal. Maldina sucede a João Silva. Italiano, cursou na Universidade de Génova e entrou para o grupo AP Moller Maersk em 2002, tendo aí desempenhado funções de Process Excellence Regional Manager.

 

 

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