Está para breve o anúncio da sexta chamada para apresentação de candidaturas ao programa europeu Marco Polo. O orçamento disponível para este ano é de 64.6 milhões de euros.

O objectivo fundamental do programa permanece o mesmo: reduzir o transporte de mercadorias por via rodoviária, incentivando a utilização de outros modos e o desenho de soluções logísticas e de transporte mais “lean” e mais “clean”.

Para este ano, segundo a Comissão Europeia, as prioridades políticas do Marco Polo são de apoiar soluções baseadas no short sea shipping (sejam elas acções de transferência modal, de auto-estradas do mar ou acções catalizadoras), de base ferroviária e de navegação interior.

O programa contempla cinco áreas de actuação: transferência modal, da rodovia para a ferrovia e/ou navegação interior; acções catalizadoras que promovam a transferência modal; auto-estradas do mar entre portos principais; acções de redução de tráfegos; e acções de aprendizagem comum.

Para serem candidatáveis, as acções propostas deverão prever um mínimo de 60 milhões de ton/km na transferência modal, um mínimo de 13 milhões de ton/km para as acções de navegação interior, 200 milhões de ton/km para as AE Mar, e 80 milhões de ton/km para as acções de redução de tráfegos.

Os incentivos a conceder serão da ordem dos dois euros por 500 toon/km. A duração dos apoios variará entre os dois e os cinco anos, de acordo com o tipo de projecto. O valor máximo dos incentivos será de 35% dos custos elegíveis, podendo chegar aos 50% nos casos das acções de aprendizagem comum.

Até ao momento, o programa Marco Polo apoiou 164 projectos, envolvendo 624 entidades, metade das quais PME.

No próximo dia 28, Bruxelas acolherá mais um Info Day sobre o programa Marco Polo, onde serão prestadas múltiplas informações sobre a chamada deste ano e a melhor forma de ser bem sucedido na apresentação de candidaturas.

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