A decisão de avançar com o limite máximo de 0,5% de teor de enxofre no combustível dos navios em 2020 “é irreversível”, garante o secretário-geral da Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês).

Ki-Tack Lim, que discursava na sessão de abertura da quinta sessão do Sub-Comité para Prevenção e Combate à Poluição, sublinhou que o limite é defendido por várias organizações de transporte marítimo e ambientais.

“A implementação consistente para todos os navios assegurará igualdade nas condições de concorrência, resultando na esperada melhoria do meio ambiente e da saúde humana”, referiu o secretário-geral da IMO.

“Estou confiante de que o Sub-Comité, com a presença numa reunião entre sessões agendada para o final deste ano, irá, mais uma vez, superar o desafio de assegurar a conclusão atempada deste trabalho vital”, acrescentou Ki-Tack Lim.

O mesmo responsável observou que a implementação consistente e bem-sucedida do limite é importante para a imagem externa da IMO em matéria de eficácia em questões regulamentares relacionadas com a saúde ambiental.

Embora a aplicação do limite esteja agora a menos de dois anos de distância, muitos armadores ainda não conseguiram definir como irão cumpri-lo.

 

 

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