Investimento de oito milhões de euros será suportado pela câmara da Amadora e pelos donos do Dolce Vita Tejo.

A partir de 2013, os automobilistas da Amadora poderão deixar os seus veículos no parque de estacionamento do Dolce Vita Tejo e utilizar o Metrobus para seguirem até à Reboleira, e daí seguirem de comboio ou metro, ou fazerem o percurso inverso.

O Metrobus será operado com autocarros eléctricos, que circularão em vias dedicadas nas estradas já existentes, o que reduzirá em muito o investimento. Os sete quilómetros da primeira fase custarão cerca de oito milhões de euros.

O percurso servirá seis freguesias da Amadora, com uma população de 45 mil pessoas, podendo gerar uma procura de entre 15 mil a 20 passageiros/dia.

O investimento será repartido em partes sensivelmente iguais entre a imobiliária Chamartin (promotora do Dolce Vita Tejo) e a edilidade da Amadora (com recurso a fundos comunitários).

Numa segunda fase admite-se o prolongamento da rede até Odivelas e Oeiras.

O secretário de Estado dos Transportes, presente na apresentação do Metrobus, elogiou a iniciativa e desafiou outras autarquias a replicá-la, em vez de “deitar o dinheiro pela janela”. E Carlos Correia da Fonseca deu o exemplo do Metro do Mondego, que hoje deverá conhecer o seu futuro: “Temos neste momento o projecto do Metro do Mondego, e cada veículo que lá vamos meter custa três milhões de euros. Para transportar quantas pessoas?”.

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