A produção de veículos comerciais em Portugal caiu no primeiro semestre 16,7% para um total de 21 400 unidades, de pouco valendo o forte crescimento da Mitsubishi do Tramagal.

Mitsubishi Tramagal

Nos ligeiros de mercadorias, que representam o grosso da produção nacional, fruto do peso da PSA Peugeot Citroën, a perda homóloga no primeiro semestre atingiu os 19,3%, com uma produção acumulada de 19 544 unidades.

Para o bem e para o mal, neste caso para o mal, a PSA de Mangualde é a principal “culpada” do resultado negativo, dada a quebra de 29,7% na produção de Citroën e de 8,7% na construção de Peugeot.

A Toyota Caetano também caiu, e logo 53,6%, para 327 unidade produzidas. A Mitsubishi do Tramagal cresceu 67,4% e chegou aos 998 veículos.

Nos pesados de mercadorias, o saldo do primeiro semestre foi positivo em 25,6%, com um acumulado de 1 856 camiões. A Mitsubishi garantiu 1 816 (mais 27,7% em termos homólogos); a Toyota fez 40 (menos 28,6%).

Em Junho, os construtores instalados em Portugal produziram 3 775 veículos comerciais (menos 10,4% em termos homólogos), dos quais 3 473 ligeiros (menos 11,7%) e 302 pesados (mais 7,5%).

 

 

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