Moçambique procura um parceiro para investir nas Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) a fim de tornar a companhia competitiva a nível nacional e internacional, disse o Presidente do país no final da visita que efectuou à Holanda.

LAM

Filipe Nyusi referiu estarem a decorrer diversos contactos para convidar algumas companhias aéreas de renome e com capacidade financeira para transformarem as LAM numa empresa “com maior capacidade de actuação e de intervenção”.

Uma estratégia foi semelhante foi já seguida por Angola, que entregou à Emirates a gestão da TAAG.

O governo está, em simultâneo, à procura de uma companhia aérea que aceite fazer do aeroporto internacional de Nacala, na província de Nampula, o seu hub regional ou mesmo internacional, de acordo com “O País”.

As companhias aéreas de Moçambique foram retiradas na passada semana da lista “negra” da União Europeia, na sequência das melhorias registadas no sistema de segurança aérea do país.

Em Julho próximo deverá ser conhecido o resultado do concurso público internacional lançado pela Autoridade de Aviação Civil de Moçambique para a atribuição de rotas aéreas domésticas, regionais e internacionais a operadores privados.

Em causa estão ligações entre os oito aeroportos internacionais de Moçambique (Maputo, Beira, Inhambane, Vilanculos, Tete, Nampula, Nacala e Pemba) e 13 países, além de rotas domésticas entre 11 aeroportos do país.

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