Moçambique vai reduzir a três o número de aeroportos com tráfego internacional, segundo o presidente da empresa estatal Aeroportos de Moçambique.

Aeroporto de Nacala

Manter-se-ão os aeroportos de Maputo, Beira e Nacala, enquanto os restantes, casos de Nampula, Pemba e Vilanculos, deixarão de receber tráfego internacional, explicitou Emanuel Chaves, citado pelo “Diário de Moçambique”.

O presidente da Aeroportos de Moçambique sublinhou que o país não se encontra isolado nesta sua decisão, tendo citado os casos da África do Sul e da Etiópia, que “viram há muito tempo as vantagens económicas de reduzir os pontos de entradas e saídas aéreas internacionais nos respectivos territórios.”

A África do Sul, por exemplo, apesar de ser um território muito maior do que Moçambique e ter um tráfego aéreo internacional de longe superior ao moçambicano, só tem três aeroportos internacionais e a Etiópia tem um único ponto de entrada e saída por via aérea.

Emanuel Chaves falava numa sessão de promoção do novo aeroporto internacional de Nacala, inaugurado no ano passado, e que as autoridades moçambicanas pretendem seja um centro internacional de distribuição de passageiros, a disputar o mercado com os aeroportos de Joanesburgo (África do Sul), Adis Abeba (Etiópia), Nairobi (Quénia) e Dar-Es-Salaam (Tanzânia).

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