Nos primeiros três trimestres, as actividades de Logística do grupo Mota-Engil atingiram um volume de negócios de 114 milhões de euros, anunciou o grupo liderado por António Mota e Jorge Coelho.

Relativamente ao período homólogo do ano passado, o volume de receitas avançou 12%, em linha com o esperado e com a recuperação da actividade portuária, apesar da crise.

A Mota-Engil controla a quase totalidade dos terminais de contentores nacionais, a principal excepção sendo o Terminal XXI de Sines, concessionado à PSA de Singapura.

No entretanto o grupo aumentou a participação na TCL em cerca de 5%, passando a deter 54,5% do capital social da empresa concessionária do terminal de contentores de Leixões.

Uma vez mais, o relatório de gestão refere as “dificuldades registadas na actividade de transporte ferroviário, fruto duma forte agressividade comercial no sector”. Nesta área a Mota-Engil detém como principais activos a Takargo e a Ibercargo, uma parceria a 50% com a espanhola Comsa.

As actividades logísticas representam uma parte significativa da área de negócios de Ambiente e Serviços da Mota-Engil. Uma área que entre Janeiro e Outubro aumentou o volume de negócios de 235 milhões para 296 milhões de euros, e o EBITDA de 46 milhões para 56 milhões de euros.

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