A quebra do transhipment em Sines é a principal razão para a redução do movimento de contentores nos portos do Continente nos dois primeiros meses do ano, avança a AMT.

No acumulado de Janeiro e Fevereiro, o movimento global de contentores baixou 10% para 450 816 TEU, destacando-se Sines com uma quebra de 17,6% para 255 838 TEU.

A Autoridade da Mobilidade e dos Transportes sublinha a importância dos contentores de transhipment (78,1% em Sines, 44,3% no total nacional), sendo que estes movimentos caíram 22,9% em Sines nos dois primeiros meses do ano. Mas a comparação homóloga é prejudicada – realça a AMT – pelo facto de no arranque de 2017 se ter verificado no porto alentejano um crescimento anormal (+65,1%) da actividade.

Em ligeira baixa, Leixões movimentou 94 006 TEU (-0,8%) até ao final de Fevereiro. Por Lisboa passaram 72 846 TEU (+5,4%) e por Setúbal 24 215 (+8%). Na Figueira da Foz contaram 3 911 (-5,6%).

Em Fevereiro, só Sines continuou no vermelho (124 274 TEU, -15,8%). Lisboa acelerou 12,7% e fez 37 775 TEU; Leixões ganhou 6,2% para 48 199; e Setúbal somou 12 221 (+1,5%). Na Figueira da Foz foram 2 165 (+122,5%).

 

 

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