A MSC exige que os custos da estiva em Las Palmas sejam reduzidos. O presidente da autoridade portuária diz que as negociações com os sindicatos têm de ir além do que está para ser discutido em Madrid.

O presidente da Autoridade Portuária de Las Palmas insistiu ontem com as empresas de estiva para que encontrem formas de reduzir os custos de movimentação das cargas. “Las Palmas tem de negociar independentemente do que se passe em Madrid”, referiu, citado pela imprensa local, aludindo às negociações que o governo espanhol manterá com os operadores portuários e sindicatos sobre a revisão da legislação do trabalho portuário.

Luis Ibarra reagiu assim às exigências da MSC, que terá “ameaçado” trocar o hub de Las Palmas por outros portos continentais caso não sejam revistos em baixa os custos da estiva.

O presidente do porto de Las Palmas sublinhou o caminho já feito pelos operadores e sindicatos mas sustentou que se pode fazer ainda mais para reduzir a factura portuária. E sugeriu, por exemplo, a reforma dos efectivos através de reformas antecipadas e o controlo – redução – da taxa de absentismo.

 

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