A Autoridade Portuária de Valência adjudicou à Terminal Investment Limited (TiL), controlada pela MSC, a construção e exploração do novo terminal de contentores.

A concessão terá a duração de 50 anos. O investimento previsto supera os mil milhões de euros, da parte da concessionária, a que acrescem 400 milhões da administração portuária. O novo terminal será desenvolvido em três fases. A TiL propõe-se concentrar toda a actividade da MSC em Valência no novo terminal assim esteja concluída a segunda fase e, logo,  fechar as instalações actuais entre o fim de 2026 e o início de 2027.

A primeira fase do novo terminal, com 86 hectares de superfície e 1 100 metros de frente de cais, estará pronta no primeiro trimestre de 2025. A segunda fase, que alcançará 108 hectares e até 1 500 metros de cais, tem conclusão prevista para o quarto trimestre de 2025. Por fim, a terceira fase completará até 136 hectares e até 1 970 metros de frente de cais, devendo entrar em operação até ao terceiro trimestre de 2026.

A capacidade projectada do terminal é 2,387 milhões de TEU/ano para a primeira fase, 3,361 milhões de TEU/ano para a segunda fase e 4,792 milhões de TEU anuais para a terceira fase.

Será, ainda, construído na concessão um terminal ferroviário de seis vias com mil metros de comprimento, com capacidade para movimentar 305 mil TEU por ano. Isso significa que o transporte ferroviário para o terminal poderá atingir uma quota acima dos 20%.

Com o novo terminal de contentores da TiL, o porto de Valência terá capacidade para movimentar 12,5 milhões de TEU/ano a partir de 2027.

 

 

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  1. luís pereira

    Por culpa exclusiva da Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, o porto de Sines volta perder competitividade com todos os portos do Mediterrâneo, todos ampliam os seus terminais mais rapidamente que serão ampliados o actual T XXI e o futuro Vasco da Gama, assim como Setúbal e Lisboa e no Norte também tardam em ampliar os de Leixões, vergonha