A MSC e a Ignazio Messina estão a negociar a entrada do grupo helvético na estrutura accionista da companhia italiana.

Terminal Messina - Génova

 

“As administrações da MSC e da Messina tiveram uma reunião com o [banco italiano] Banca Carige para discutir a possibilidade da primeira obter uma participação da segunda, garantindo vantagens das potenciais sinergias nos respectivos core-businesses”, indica uma nota do grupo Messina.

“A MSC e o grupo Messina, também graças ao apoio do banco, continuarão a trabalhar para atingirem um acordo final”, acrescenta o documento.

O grupo Messina deve ao Banca Carige mais de 400 milhões de euros relativos à aquisição, aos estaleiros STX na Coreia do Sul, de uma frota de oito navios ro-ro de 45 200 toneladas DWT. As embarcações foram entregues entre 2001 e 2015.

A totalidade da frota da Messina, que também inclui alguns porta-contentores em fretamento, está alinhada em rotas que ligam a bacia do Mediterrâneo a África e ao Médio Oriente.

 

 

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