No mar como em terra, de navio ou de comboio, o ano de 2016 foi de “excelentes resultados” para a MSC Portugal. Para 2017, os desafios são aumentar a eficiência e desenvolver os novos projectos (com natural destaque para a Medway), sintetiza Carlos Vasconcelos.

MSC Zoe

No ano passado, a cada semana a MSC realizou 18 escalas, em média, nos portos portugueses (leia-se Sines e Leixões). No total, foram 934 escalas. Precisamente o dobro das 467 contabilizadas ainda no início da década.

“No que respeita às importações e exportações, a MSC Portugal registou um aumento na ordem dos 15% face a 2015”, refere, em comunicado, a empresa liderada por Carlos Vasconcelos.

Mas não só nos portos se fez o sucesso da MSC em Portugal. Intimamente relacionada com os tráfegos marítimos, também a actividade nas plataformas logísticas de base ferroviária da empresa cresceu fortemente,

No terminal do Entroncamento, o mais antigo, a MSC contou, no ano findo, 1 550 comboios operados, e mais do que duplicou (cresceu 160%) os contentores consolidados.

Em Aveiro, naquele que foi o primeiro ano de actividade na plataforma de Cacia, a MSC operou 380 comboios e movimentou 25 mil contentores.

Na hora do balanço, Carlos Vasconcelos, administrador da MSC Portugal, citado em comunicado, destaca os “excelentes resultados” alcançados e sustenta que “2017 será um ano focado na eficiência e no desafio de desenvolver os projectos que a empresa abraçou. Um ano para mantermos o compromisso de evoluirmos ainda mais nunca descurando o grau de eficácia, profissionalismo e dedicação, adjectivos que fazem parte do ADN da MSC”.

Comments are closed.