No espaço de um ano, a MSC reduziu de quatro para dois pontos percentuais a diferença da quota de mercado que a separa da Maersk Line, número um no transporte marítimo de contentores.

Há um ano, a Maersk tinha uma quota de mercado de 15,1% e a MSC ficava-se pelos 10,9%. Agora, os dinamarqueses têm 14,5% do mercado mundial (em termos de oferta de capacidade) e os helvéticos treparam até aos 12,7%.

A Maersk perdeu quota de mercado e a MSC tem também uma maior carteira de encomendas de novos navios. Mas o número um mundial já deixou bem claro que não pretende abdicar dessa posição. A encomenda de navios de 18 mil TEU, de que muito se fala, será disso um sinal evidente.

Ao longo do ano de 2010 os principais players mundiais aumentaram a sua capacidade, do que resultaram várias mexidas no seu escalonamento. O caso mais evidente é o da CSAV, que há um ano ocupava a 13.ª posição, com uma quota de 2,4%, e agora é sexta, com uma posição de 4%.

Atrás da Maersk e a da MSC mantém-se a CMA CGM, que aumentou a sua fatia do mercado de 7,5% para 8,2. No quarto lugar mantém-se também a Evergreen, com 4,1%. Tanto quanto tem a Hapag-Lloyd, que é quinta, tendo subido uma posição e crescido 0,7%.

A APL, que era quinta há um ano, com uma quota de mercado de 4%, caiu agora para o sétimo posto, embora cedendo apenas 0,1%. A Cosco continua oitava (há um ano com 3,3%, agora com 3,7%). A Hanjin permanece nona (manteve os 3,2%). E a CSCL, que ocupava a sétima posição, com 3,3%, é agora décima com 3%.

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