Pela primeira vez, a MSC superou a fasquia dos dois milhões de TEU de capacidade da sua frota em operação, com isso reforçando o seu segundo lugar no ranking mundial, só superada pela Maersk.

A companhia helvética opera agora com 471 navios porta-contentores celulares, com uma capacidade total de 2 003 212 TEU, que lhe garantem uma quota de mercado (em termos de capacidade, note-se) de 12,9%.

Ainda de acordo com a Alphaliner (que divulgou estes resultados na sua última nota semanal), a MSC terá encomendados mais 46 navios, com uma capacidade agregada de 492 mil TEU, ou 24,6% da actual.

A frota mundial de porta-contentores celulares ultrapassou, entretanto, a fasquia dos 15 milhões de TEU de capacidade: 15 014 072 TEU, relativos a 4 919 navios.

A Maersk (incluindo a Safmarine e a MCC) continua a ser primeira, com 15,3% da capacidade mundial, num total de 2,38 milhões de TEU. A sua frota é constituída actualmente por 627 navios, dos quais 208 próprios e os restantes fretados. Encomendados estão mais 56 navios (entre eles 20 Triple E), com uma capacidade total de 545 972 TEU.

Maersk e MSC estão e estarão, assim, cada vez mais isoladas no topo do sector. No terceiro posto mantém-se o Grupo CMA CGM, com uma quota de 8,3% da capacidade mundial, representando 1,29 milhões de TEU, e apenas 21 navios encomendados num total de 185,6 mil TEU.

Depois de mais uma onda de encomendas de porta-contentores de grandes dimensões, a Maersk é agora a companhia com mais capacidade contratada, seguida da MSC. A Evergreen mantém o terceiro lugar, com 308 mil TEU (35 navios), seguida de muito perto pela APL, com 300,9 mill TEU (29 navios).

Na relação entre a capacidade encomendada e a capacidade de cada operador, a APL lidera, com 51,6%, seguida da Evergreen, com 49,9%, e da Cosco, com 43,5% (270,4 mil TEU e 34 navios).

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