Cerca de 11% de todos os contratos de construção de navios em 2017 referem-se a embarcações movidas a gás natural liquefeito (GNL), de acordo com o fornecedor holandês Titan LNG. A companhia prevê que a tendência de crescimento do segmento deverá continuar em 2018.

 

A adopção do GNL como combustível naval ultrapassou “o ponto de inflexão” e “acelerou significativamente” no ano passado, de acordo com a Titan LNG. A empresa indica que o impulso para o combustível crescer nas carteiras de encomendas de novos navios foi o amadurecimento das infra-estruturas de abastecimento de GNL às embarcações e o preço estruturalmente competitivo do GNL em comparação com o do gasóleo naval.

Com as novas regulamentações internacionais sobre o baixo teor de enxofre no combustível naval previstas para vigorarem em 2020, os armadores enfrentam a escolha entre continuar a usar gasóleo naval e fuelóleo pesado usando filtros ou mudar para o GNL. A Titan indica que os filtros de gases de escape só oferecem uma solução temporária, enquanto os navios movidos a GNL, combinados com gás ou biogás, garantem um caminho fiável e competitivo em termos de custo para o cumprimento de todos os regulamentos actuais e futuros da IMO e da UE.

 

 

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