O novo Conselho de Administração da STCP, presidido pelo economista Paulo Azevedo, toma posse na próxima terça-feira, numa cerimónia presidida pelo ministro do Ambiente João Pedro Matos Fernandes.

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A nova administração da STCP, que materializa o novo modelo de gestão acordado entre o Estado, a Área Metropolitana do Porto e os Municípios do Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Maia, Gondomar e Valongo, integra ainda Isabel Vilaça e Ângelo Oliveira como administradores executivos, disse à “Lusa” o presidente do Conselho Metropolitano do Porto, Eduardo Vítor Rodrigues.

Indicado pela Câmara do Porto, o novo presidente executivo da STCP, Paulo de Azevedo, é licenciado pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto. Esteve à frente do banco de investimento do Millenium BCP, integrou a comissão de honra da candidatura de Rui Moreira e em Setembro de 2013 presidiu à comissão instaladora da Instituição Financeira de Desenvolvimento.

Já Ângelo Oliveira, indicado para administrador executivo pelos municípios, é licenciado em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores pela Universidade do Porto e integra a Comissão Executiva Metropolitana do Porto. Desde 1997, exerceu funções ao nível de direcção de compras, direcção de operações, controlo de gestão e direcção geral em quatro grupos económicos portugueses, tendo gerido a implementação de projectos e operações em diversos países. Entre 2015 e 2016 foi director-adjunto do Centro Distrital do Porto do Instituto de Segurança Social.

Isabel Vilaça foi a escolha do Governo para a área financeira.

O novo Conselho de Administração contará também com o Avelino Oliveira, que pertenceu à Comissão Executiva do Conselho Metropolitano do Porto, e Paula Ramos, técnica da Câmara Municipal de Gaia, como administradores não executivos.

Apesar de continuar a ser propriedade do Estado, a gestão da STCP ficará a cargo, durante sete anos, de seis municípios servidos pela rede de transportes urbanos: Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Maia, Gondomar e Valongo.

O acordo para a transferência de competências foi rubricado em Janeiro e aprovado pelo Tribunal de Contas em Agosto.

 

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