Operadores portuários e trabalhadores chegaram a acordo sobre os serviços mínimos que terão de ser assegurados durante a próxima greve anunciada para os portos de Lisboa, Setúbal, Aveiro e Figueira da Foz.

O acordo, conseguido ao cabo de três reuniões sob mediação da Direcção-Geral do Emprego e das Relações do Trabalho (DGERT), salvaguarda a movimentação das cargas de exportação e também as cargas com origem/destino nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores.

De acordo com a informação vinda a público, o acordo alcançado prevê mesmo que as operações de movimentação dessas cargas não seja interrompido se estiverem a decorrer no momento do início da paralisação dos trabalhadores, e desde que se preveja o termo dos trabalhos num prazo de duas horas.

Em declarações públicas, Vítor Dias, dirigente da Fesmarpor, sublinhou que a proposta inicial dos operadores portuários incluía praticamente todas as cargas movimentadas nos portos, o que não era aceitável para os sindicatos.

A próxima vaga de greves parciais nos portos inicia-se a 1 de Novembro para prolongar-se até 7 de Novembro.

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