Cerca de 311 milhões de euros é quanto a Metro do Porto está autorizada a gastar com a subconcessão da operação e manutenção do sistema, de acordo com a portaria publicada em Diário da República.

Metro do Porto

A concessão deverá vigorar entre Abril de 2018 e Abril de 2025. O futuro subconcessionário terá de assegurar a operação da rede, a manutenção corrente e as grandes operações de manutenção do material circulante, dos sistemas técnicos e da bilhética.

De acordo com a portaria, já em 2018 a Metro do Porto poderá pagar cerca de 30 milhões de euros, subindo no ano seguinte a fasquia para a casa dos 40 milhões de euros (pelo ano completo), atingindo-se um pico de 48 milhões de euros em 2024. Em 2025, o encargo será de apenas 12,3 milhões de euros, considerando apenas quatro meses.

A despesa de 311 milhões de euros autorizada pelo ministro do Ambiente e pelo secretário de Estado do Orçamento supera os 221 milhões de euros de valor base do concurso lançado a 23 de Junho passado. A diferença dever-se-á ao facto de a portaria assumir os custos anualizados.

Também a diferença entre o valor considerado para o concurso e o pago à ViaPorto, actual subconcessionária, poderá explicar-se pela inclusão das grandes manutenções no caderno de encargos, além do que a rede a explorar será maior.

Se tudo correr como previsto, a partir de 2021 a rede terá mais duas linhas, seis quilómetros e sete estações.

25 de Setembro é a data limite para a apresentação de propostas ao concurso para a subconcessão do Metro do Porto.O vencedor será determinado pelo preço.

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