O prazo terminou ontem, sábado, e operadores e trabalhadores portuários de Lisboa não assinaram o novo Contrato Colectivo de Trabalho (CCT).

Porto de Lisboa

A 27 de Maio, no final de uma maratona de 15 horas de negociações, ambas as partes comprometeram-se a assinar o novo CCT no prazo de 15 dias e afimaram, por escrito, não haver já divergências sobre as condições do novo acordo.

O prazo terminou ontem e nada aconteceu. À “Lusa”, o presidente do sindicato dos estivadores limitou-se a dizer que “as negociações continuam”.

O que não deixa de ser estranho, uma vez que a 27 de Maio terão ficado acordadas – disseram-no então – todas as questões em aberto, nomeadamente a progressão nas carreiras, o futuro da Operlis, a admissão de trabalhadores, a grelha salarial e o exercício das funções de planeamento das operações no navio e no parque.

Na sequência do acordo de 27 de Maio, a greve dos trabalhadores portuários de Lisboa foi levantada mas o sindicato não desistiu de lutar contra o que diz ser a precariedade do trabalho nos outros portos, mantendo por isso a manifestação para a próxima quinta-feira, dia 16.

 

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