Os portos do Continente fecharam o primeiro quadrimestre a perderem 0,1% de cargas, por causa do petróleo bruto. Mas Leixões e Aveiro tiveram resultados recorde. E Setúbal também cresceu.

Entre Janeiro e Abril, os portos do Continente movimentaram 29,8 milhões de toneladas, menos 0,1%, ou 32,8 mil toneladas, que no período homólogo de 2018, divulgou a AMT. A culpa foi do petróleo bruto, cuja movimentação recuou 914,9 mil toneladas, justificou. Ao invés, os produtos petrolíferos ajudaram a compor os resultados.

Leixões e Aveiro continuaram a somar máximos. Leixões cresceu 4,7% face a Abril de há um ano, e Aveiro avançou 1,7%. Em alta esteve também Setúbal, com uma subida homóloga de 8,4%. Ao invés, Lisboa recuou 7,1% e Sines cedeu 1%.

Com estas subidas e descidas, Sines perdeu a maioria absoluta na movimentação de cargas nos portos do Continente. Detém agora uma quota de mercado de 49,5%. Leixões controla 21,9%, Lisboa 12,2%, Setúbal 7,9% e Aveiro 6,1%.

Contentores em alta

A carga contentorizada continuou a ser um dos principais impulsionadores da actividade portuária. No primeiro quadrimestre contaram-se 960,5 mil TEU, mais 3,7% que no mesmo período de há um ano.

Leixões destacou-se, com um ganho de 26,7 mil TEU, seguido de Sines com mais 12,4 mil TEU. Sobre Sines, a AMT destaca o crescimento do tráfego do hinterland. Ao invés, Lisboa perdeu seis mil TEU.

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