A Porlis, empresa de trabalho portuário controlada pela Yilport, recusa ser “arma de arremesso” no conflito laboral que se mantém no porto de Lisboa.

Depois de ser visada pelo SEAL, sindicato dos estivadores, por ter anunciado a intenção de contratar 30 trabalhadores, preferentemente entre os quadros da A-ETPL, a Porlis emitiu hoje um comunicado no qual diz que “não admite que o nome desta empresa, com mais de 5 anos no mercado, seja utilizado como arma de arremesso em conflitos laborais relativamente aos quais somos totalmente alheios”.

“Iremos por isso tomar de hora em diante todas as medidas necessárias, incluindo legais, para salvaguardar o bom nome e reputação dos seus trabalhadores”, acrescenta.

Antes, a Porlis começa o comunicado por dizer que “lamenta imenso a situação da sua concorrente A-ETPL, e especialmente dos seus trabalhadores”.

Na sequência do pedido de insolvência da A-ETPL (entretanto já decretada), a Porlis iniciou um processo de contratação de 30 trabalhadores, com o prazo de candidaturas a terminar segunda-feira, dia 9, precisamente quando arrancará a greve total dos estivadores do SEAL.

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