Um navio militar sul-coreano abortou o sequestro do Hanjin Tianjin por piratas somalis, nas proximidades do Golfo de Aden. Os piratas conseguiram fugir. Os tripulantes nada sofreram.

O Hanjin Tianjin, um navio de 6 500 TEU de capacidade, navegava ao largo da ilha iemenita de Socotra, proveniente da Europa e em direcção a Singapura, quando emitiu uma mensagem de emergência dando conta do ataque dos piratas.

A bordo estavam 20 tripulantes, 14 coreanos e seis indonésios, que imobilizaram o navio antes de se fecharem na “cidadela”, uma sala criada na superestrutura do navio precisamente para ser usada em casos de assaltos.

Um navio destroyer da marinha sul-coreana que se encontrava na zona, integrado na força internacional de combate à pirataria, dirigiu-se de imediato para o local, acabando por recuperar o controlo do navio, entretanto abandonado pelos piratas.

Já em Janeiro comandos navais da Coreia do Sul tomaram de assalto um navio sequestrado por piratas no Mar Arábico, tendo libertado os 21 tripulantes e capturado cinco somalis, que aguardam agora a leitura da sentença.

No final do ano passado, notícias não confirmadas deram conta que um armador sul-coreano teria pago um regaste de nove milhões de dólares pela libertação de um navio-tanque e dos seus 24 tripulantes.

A pirataria está em crescendo na região do Mar Arábico, do Golfo de Aden e da costa da Somália, tal como o evidencia o relatório do IMB sobre o primeiro trimestre do ano, divulgado há dias.

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