O Port Belavista, o mais recente Ultramax da Portline Bulk International, já navega em direcção ao Peru. A companhia portuguesa espera mais dois navios ainda no corrente semestre.

Portline - Port Belavista

Como previsto, a Portline Bulk International (PBI) recebeu no passado 17 de Fevereiro, nos estaleiros da NACKS (Grupo Kawasaki), em Nantong, China, o 13.º navio da sua frota e o 12.º Supramax (na verdade, trata-se de um Ultramax, a evolução daqueles), confirmou ao TRANSPORTES & NEGÓCIOS Cristina Alves, directora-geral da companhia.

Com 200 metros de comprimento, 32,24 metros de boca e um calado de 13 metros, o Port Belavista, como foi baptizado, é um navio de 61 530 toneladas DWT, capaz de transportar 77 546 metros cúbicos de mercadoria nos seus cinco porões. Para a movimentação das cargas, o navio dispõe de quatro gruas de 30,5 toneladas e quatro garras de 14 metros cúbicos de volume.

Na sua viagem inaugural, o Port Belavista carregou “uma carga de steel products em quatro portos da China para dois portos de descarga no Chile”, adiantou Cristina Alves.

Ainda neste semestre, em Maio e Junho, a Portline Bulk deverá receber mais dois navios Ultramax, “gémeos” do Port Belavista. Serão o Port Estrela e o Port Orient. Para o primeiro trimestre de 2017 mantém-se a previsão da entrega de mais dois graneleiros Ultramax (esses de 63 000 toneladas TDW), em construção nos estaleiros japoneses da Imabari.

Todas estas encomendas foram colocadas ainda em 2014. O investimento ascende “a muitas, muitas dezenas de milhões de dólares”, limita-se a dizer Cristina Alves quando questionada a propósito.

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