Os portos espanhóis movimentaram 550,8 milhões de toneladas em 2018, mais 3,5% do que no ano anterior e um novo recorde absoluto.

A carga contentorizada garantiu mais de metade do crescimento verificado (9,9 milhões de 18,6 milhões de toneladas), com uma subida homóloga de 5,4% para 191,3 milhões de toneladas.

Juntos, os portos do país vizinho processaram 17,2 milhões de TEU, mais 7,9% que em 2017. Destacou-se, como já se sabia, o porto de Barcelona, com um salto de 17% (depois do ganho de mais de 20% no ano anterior) para um total de 3,47 milhões de TEU.

Na frente manteve-se Valência, com 5,18 milhões de TEU movimentados (mais 7,3%), à frente de Algeciras, que cresceu 8,7% e tocou os 4,77 milhões de TEU. Barcelona consolidou-se como número três.

A carga geral foi o segmento em destaque e ficou perto de representar metade do volume total de carga movimentada, com uma quota de 48,6%. No ano passado, os portos espanhóis movimentaram 267,5 milhões de toneladas de carga geral, mais 5,95% do que em 2017.

Mais moderado foi o crescimento do tráfego de granéis. Os líquidos, com 180,9 milhões de toneladas e 32,8% da quota de mercadorias transportadas, cresceram 1,5%. Já os sólidos, com 102,3 milhões de toneladas (18,6% do total de mercadorias movimentadas), aumentaram 0,92%.

Algeciras manteve liderança

O ranking portuário espanhol continua a ser liderado por Algeciras, com 107 milhões de toneladas movimentadas, seguido por Valência (76,6 milhões) e Barcelona (67,8 milhões). Bilbau subiu uma posição e está na quarta posição, com 35,7 milhões de toneladas, por troca com Cartagena, que caiu para o quinto lugar, com 33,7 milhões. Seguem-se Huelva (33,1 milhões) e Tarragona (32 milhões).

Juntos, estes sete portos movimentaram mais de 386 milhões de toneladas, o que representa 68,5% do total de Espanha.

Barcelona foi o que mais cresceu no grupo (+9,9%), enquanto Cartagena (-2,4%) e Tarragona (-4,8%) perderam cargas.

Considerando todos os portos da Puertos del Estado, o que mais cresceu no ano passado foi Motril, que aumentou os tráfegos em 20,8%. Seguiram-se-lhe  (+18%) e Málaga (+13,6%).

Na inversa, Melilla foi o porto que mais carga perdeu (- 24,5%), seguido de Gijón (-9,6%) e de Ceuta (-9,1%).

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  1. Por culpa exclusiva da MINISTRA DO MAR ANA PAULA VITORINO Portugal perde competitividade face aos “nuestros hermanos” HÁ MUITOS ANOS, 1 vergonha !