Alimentados pelos produtos energéticos, os principais portos nacionais movimentaram 20,9 milhões de toneladas no primeiro trimestre. Um valor recorde que supera em 9,5% o realizado há um ano.

Sines

Sines foi o porto que mais cresceu (21,6%), tendo atingido os 9,99 milhões de toneladas. A Figueira da Foz avançou 17,5% para as 524 mil toneladas. Leixões chegou aos 4,5 milhões de toneladas (mais 5,2%) e Aveiro tocou os 1,1 milhões (mais 0,5%). Todos fixaram novos máximos históricos no relativo ao primeiro trimestre.

A impedirem maiores ganhos globais, Viana do Castelo caiu 9,8%, ficando-se nas 103,2 mil toneladas, Lisboa perdeu 4,9% (para os 2,8 milhões de toneladas) e Setúbal recuou 5,8% (até aos 1,9 milhões de toneladas).

Os granéis líquidos (sobretudo produtos petrolíferos e petróleo bruto) foram os principais responsáveis pelo aumento da movimentação de mercadores, com 7,8 milhões de toneladas e um ganho homólogo de 18,5%. Seguiram-se-lhe os granéis sólidos (essencialmente carvão minérios), a subirem 14,2% para os 4,9 milhões de toneladas.

A carga geral manteve a liderança no trimestre, com um total de 8,3 milhões de toneladas, mas cedeu 0,1% em termos homólogos, penalizada pela quebra de 8,2% da carga fraccionada (a carga contentorizada avançou 1,1% e a carga ro-ro 60,3%).

Depois de um Janeiro em baixa e de um fraco crescimento em Fevereiro, o forte resultado do primeiro trimestre só foi possível com um salto de 21,5% na movimentação de cargas em Março, para o patamar dos 7,6 milhões de toneladas.

À sua conta Sines garantiu 3,4 milhões de toneladas (um crescimento homólogo de 64,4%). Seguiram-se-lhe Leixões, com 1,7 milhões de toneladas (o melhor mês de sempre) e um ganho de 4,4%; Lisboa, com 1,1 milhões de toneladas (menos 0,4%); Setúbal, com 674 mil toneladas (menos 13,6%); Aveiro, com 422 mil toneladas (mais 4,1% e um recorde); Figueira da Foz, com 186 mil toneladas (mais 19,1%) e Viana do Castelo com 40 mil (menos 11%).

 

 

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  1. O movimento de contentores no porto de Sines representou 47,9% do total de TEU e 48,5% no total de Unidades. O porto de Leixões surge em segundo lugar com 26,1%, seguindo-se Lisboa com 20,6% e Setúbal com 4,6% do total.

    Em 2017 no movimento de contentores no porto de Sines o crescimento de 50% de armazenamento de contentora no Terminal XXI e a podar representar a volta nos valores de TEU entre 87.9/92.5% e 89/95% no total de Unidades e como as reduções de outros dos valores totais dos deles portos.