Nos primeiros 11 meses de 2015, os portos nacionais movimentaram praticamente 2,4 milhões de TEU. Sines garantiu mais de metade. Em ambos os casos os recordes são absolutos.

Maersk

A carga geral contentorizada cresceu  5,4%, entre Janeiro e Novembro, para os 26,5 milhões de toneladas, segundo a Autoridade da Mobilidade e Transportes (AMT). O movimento de contentores, medido em TEU, avançou 2,7%.

Sines, Setúbal e Figueira da Foz, em diferentes escalas, foram os portos que mais cresceram nos contentores e atingiram novos máximos. Sines avançou 8,3% e chegou aos 1 227 149 TEU; Setúbal cresceu 15,2% até aos 110 388 TEU e a Figueira fez o mesmo e atingiu os 21 181 TEU.

Em sentido inverso, Leixões recuou 6,9%, castigado pela crise da  economia angolana, e quedou-se pelos 574 421 TEU. Lisboa, ainda pouco afectado pela greve dos estivadores (iniciada a 14 de Novembro), cedeu 0,6% para 455 514 TEU.

Continuando a crescer acima da média do mercado, Sines e o Terminal XXI valiam, no final de Novembro, 51,4% do total de contentores movimentados nos portos do Continente, medido em TEU.

Desde 2005, calcula a AMT, a taxa média anual de crescimento do porto alentejano atingiu os 36,8%. Lisboa, que já foi o maior porto de contentores nacional, pelo contrário, está numa situação de estagnação, com uma taxa média negativa de 0,3%. Setúbal cresceu, no mesmo período, 22,9% ao ano, a Figueira da Foz 9,1% e Leixões 6,6%.

Só uma “catástrofe” evitaria um recorde anual na movimentação de contentores, algures na casa dos 2,6 milhões de TEU. Todavia, é de de notar que o resultado de Novembro – 210 294 TEU – foi negativo em 1,1% em termos homólogos. Um aviso para a navegação…

 

 

 

 

 

 

 

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