Os portos do Continente movimentaram 2,7 milhões de TEU em 2016, liderados por Sines. O transhipment garantiu 40% daquele total, divulgou a AMT.

Porto de Lisboa

Face a 2015, o resultado global de 2016 representa um crescimento de 6,4%. E um recorde absoluto. Como recordes foram os resultados de Sines, Setúbal e Figueira da Foz.

O porto alentejano cresceu 13,6% e superou os 1,5 milhões de TEU, garantindo assim uma quota de mercado de 55,1%. Já o porto da foz do Sado avançou 29,2% e ultrapassou os 156 mil TEU; e o da foz do Mondego subiu 15,6% e passou os 24 mil TEU.

Sem recorde mas ainda assim a crescer esteve também Leixões, com um total de mais de 658 mil TEU (mais 5,6% em termos homólogos).

Lisboa destoa ainda neste quadro positivo, com uma quebra acumulada de 18,7% para pouco mais de 391 mil TEU movimentados.

No seu relatório chama a atenção, ainda e sempre, para o peso dos contentores de transhipment no total nacional e, em particular, no  resultado de Sines. Ali, os movimentos de transhipment valeram cerca de 1,2 milhões de TEU, ou 80% do total local, ou 40% do total nacional. Também à conta do transhipment, conclui a AMT, é em Sines que é mais elevado o rácio contentores cheios/contentores total, na ordem dos 94%,contra a média nacional de 84,4% ou os 77,2% de Leixões.

Se o movimento de contentores cresceu ao longo de todo o ano findo, em Dezembro, pode-se dizê-lo, disparou: 34% para mais de 260 mil TEU. De novo, destacou-se Sines e o seu Terminal XXI com um ganho homólogo de 47,7% e mais de 155 mil TEU. Mas também Lisboa merece destaque, com uma subida de 52,2% para mais de 39 mil TEU.

 

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