Os portos do Continente movimentaram 15,3 milhões de toneladas nos dois primeiros meses do ano, destacando-se os ganhos de Sines, Leixões e Setúbal.

Na comparação com o período homólogo de 2018, o resultado agora divulgado pela AMT representa um ganho global de 4,3%. Mas na verdade, apenas aqueles três portos – e, a outra dimensão, Viana do Castelo – pisam terreno positivo.

Sines soma 8,1 milhões de toneladas (mais 10,1%), Leixões 3,2 milhões (mais 3,6%) e Setúbal 1,2 milhões (mais 8,4%). Viana contou 87 mil toneladas (mais 42,1%). Para Leixões e Setúbal estes são os melhores resultados de sempre no período.

Ao invés, Lisboa cai 11% (para 1,7 milhões de toneladas), Aveiro 4,1% (866,5 mil toneladas) e Figueira da Foz 25,5% (para 257,5 mil toneladas).

Considerando apenas Fevereiro, os 7,1 milhões de toneladas movimentadas representam um ganho homólogo de 1,1%. Destacam-se Leixões e Sines, com crescimentos de 14% e 13,%, respectivamente, enquanto Sines fica sobre a linha de água e Lisboa afunda 18,3%.

Carga geral em alta

A carga geral é a que pesa mais e cresce mais na actividade dos portos continentais nos dois primeiros meses do ano: 6,8 milhões de toneladas, a subir 9,9%. A carga contentorizada atinge 5,6 milhões de toneladas (mais 8,4%), enquanto a carga fraccionada atinge 871,4 mil toneladas (mais 16,1%) e a carga ro-ro já vale praticamente 300 mil toneladas (mais 22,3%).

A movimentação de granéis líquidos totaliza 5,5 milhões de toneladas (mais 0,6%), ainda penalizada pela forte quebra (19,8%) dos produtos petrolíferos.

Os granéis sólidos cedem 0,6% para 3,1 milhões de toneladas, com os produtos agrícolas e outros a contrariarem os ganhos da movimentação de carvão e minérios.

De novo, olhando apenas para Fevereiro sobressai a queda dos granéis sólidos (menos 11%), penalizada pelo carvão e produtos agrícolas. Os granéis líquidos avançam 5,1%% e a carga geral 3,8%%.

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