Os portos franceses estão paralisados. A greve, que arrancou ontem (dia 14) e decorre até amanhã (dia 16), denomina-se Port Morts (portos mortos) e foi convocada pela central sindical CGT.

A greve nos portos franceses impediu, de acordo com o jornal “Le Parisien”, a entrada e saída de mercadorias em Dunquerque, Le Havre, Rouen, Nantes Saint-Nazaire, La Rochelle, Bordéus e Marselha. Prevê-se que os acessos rodoviários sejam fechados, para que os camiões também não tenham acesso aos portos.

A Federação Nacional dos Transportes Rodoviários (FNTR) francesa já emitiu um comunicado a propósito. A entidade solicita medidas para desbloqueamento dos portos, afirmando que já não é a primeira vez que esse tipo de protesto acontece e que “todos os actores da cadeia logística estão a ser afectados”. A FNTR acrescenta que, “além de retenções e atrasos, o bloqueio está a causar perdas económicas significativas para as companhias francesas”.

O primeiro-ministro Edouard Philippe retirou já o aumento da idade da reforma de 62 para 64 anos, mas a CGT, que é uma das principais organizações sindicais de França, continua com os protestos e pediu aos trabalhadores do sector que apoiem uma nova paralisação de 72 horas.

 

 

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