O movimento de mercadorias nos portos nacionais afundou 12,1% em Junho, em termos homólogos, de acordo com os dados divulgados pela AMT.

Em Junho, o porto de Leixões perdeu 28% das cargas face ao mesmo mês de 2018. Em Lisboa a quebra foi de 21%. E em Sines atingiu os 8%.

Entre os principais portos, apenas Setúbal e Aveiro conseguiram resultados positivos. O primeiro a subir 9% e o segundo 8%. Com reduzido impacto no resultado global, a Figueira da Foz recuou 13% e Viana do Castelo duplicou os volumes.

Em termos globais, os portos do Continente movimentaram 6,99 milhões de toneladas, com praticamente todos os tipos de cargas no vermelho. Destaque, pela sua importância, para a carga contentorizada, que afundou 19% e para o petróleo bruto, que perdeu 11%.

A evitar perdas maiores estiveram as cargas fraccionadas e ro-ro, os minérios, os produtos petrolíferos e os outros granéis líquidos.

O movimento de contentores, medido em TEU, recuou 13,5% em termos homólogos, para 221 907. Em Sines, o recuo superou os 21% e em Setúbal ficou perto dos 23%. Leixões ainda cedeu 1,6% e só Lisboa cresceu… 2,1%.

 

 

 

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  1. luís pereira

    Este “afundanço” dos portos nacionais são consequência do atraso das renegociações dos terminais pela MINISTRA DO MAR ANA PAULA VITORINO, que como socialista fala muito, promete imenso e pouco faz, entre o tempo que foi secrtária de estado de Sócrates e ministra de Costa 8 anos muito pouca obra deixa terminada como seu companheiro Pedro Marques que sem ter feito nada foi para Bruxelas !?

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